acho que o ultimo post foi um quê equivocado. na realidade acho que existe sim razão. inclusive se a gente não tivesse a possibilidade de esquecer as coisas a gente não seria completamente feliz. cem porcento nao existe, nem para mais, nem para menos. quem sabe hoje minha conversa que tive mais cedo faz sentido. quem sabe hoje seja o ultimo e o primeiro. prevejo uma semana cheia de trabalho.
“não existe razão pra essas memórias deixarem de existir.”
“e o rapaz disse: ‘tudo bem’.”
(via geekycrap)
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“nada de triste existe que não se esqueça
alguém insiste e fala ao coração
tudo de triste existe e não se esquece
alguém insiste e fere o coração”
“Um sábio dizia que você deve comprar arroz e flores: arroz pra viver e flores pra ter pelo que viver”
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“entendo pela metade
odeio e sei que é verdade
que existe a dor e a saudade”
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nossa relação é intima. acho que
posso chamar de intrapessoal, já que
estou dentro de você e você dentro de mim.
nossa ligação, cotidiana.
todo dia ao levantar você me constrói,
e, ao dormir, você ainda está comigo.
além do óbvio uso pragmático, que nada nos
une além da mera necessidade, tu me constroi
socialmente.
tanto faz que só de te observar consegue-se
entender toda minha vida. ao meu redor
você está, e não se precisa perguntar a
mim quem sou, já que em sua mudez
consegue-se revelar meus mais intimos segredos.
tu conténs todas as respostas, só cabe
à outra metade do monólogo fazer as perguntas
corretas.
apesar de simples, você, na realidade, é
um verdadeiro labirinto sem fim,
que apenas oferece um grande carretel de linha,
que nos guia à saída.
de quando em vez paro e reflito,
será que eu te uso ou me entreguei
para usares-me?